O móvel ocupa um lugar curiosamente ambíguo entre os artefatos humanos.Estritamente falando, ele não é necessário para a existência humana; e algumasculturas, mais especialmente aquelas nômades, parecem viver suficientemente bemsem móveis. Por causa de seu volume, os móveis implicam numa existência sedentária.De fato, em certo sentido, os móveis são inseparáveis da arquitetura.Mas a posse de artigos de mobiliário implica de todo modo, num nível de cultura dealguma forma acima do nível de subsistência, assim como implica no abandono dehábitos e posturas animais. Nesse sentido, os móveis de assento são os maissignificativos, desde o uso de um banco ou de uma cadeira para sentar-se depende deque o usuário tenha sido educado por seu ambiente cultural. Por outro lado, isso nãosignifica falar de superioridade cultural. O banco ou a cadeira têm uma longa econtínua história na Europa Ocidental e no Oriente Próximo, mas são diferentementeexóticos na Índia e não são universalmente empregados na China e no Japão. Seconsiderarmos de modo mais amplo a questão, parece que o mobiliário pode serpensado, em diferentes períodos da história, sob quatro ângulos diferentes.O primeiro é óbvio: pode-se pensar nos móveis em termos de função, e essas funçõespráticas são, de fato, comparativamente, poucas. Algumas pessoas se sentam nummóvel (bancos, poltronas ou cadeiras); outras colocam coisas nele (mesas e estantes),reclinam e dormem (camas e sofás); ou usam para guardar coisas (armários e guarda-roupas). Essas funções são muitas vezes combinadas, mas de modo mais freqüenteocorre uma refinada diferenciação entre as categorias de móveis, de modo que cadapeça adquire sua forma definitiva através de sua designação para uma única,específica e altamente especializada necessidade.O segundo ângulo representa um aspecto sobre o qual os historiadores do mobiliárioestão agora mais conscientes: os móveis desempenham um papel muito importantecomo indicadores de uma posição social. Aquele que ocupa a mais alta posição nahierarquia social tem enfatizado seu papel particular, sendo que as questões deconveniência ou conforto são freqüentemente deixadas de lado. De fato, os móveissão apenas um pouco menos importantes que a roupa e os adornos pessoais comomeios de transmitir um significado de posição social.
segunda-feira, 10 de junho de 2013
O móvel ocupa um lugar curiosamente ambíguo entre os artefatos humanos.Estritamente falando, ele não é necessário para a existência humana; e algumasculturas, mais especialmente aquelas nômades, parecem viver suficientemente bemsem móveis. Por causa de seu volume, os móveis implicam numa existência sedentária.De fato, em certo sentido, os móveis são inseparáveis da arquitetura.Mas a posse de artigos de mobiliário implica de todo modo, num nível de cultura dealguma forma acima do nível de subsistência, assim como implica no abandono dehábitos e posturas animais. Nesse sentido, os móveis de assento são os maissignificativos, desde o uso de um banco ou de uma cadeira para sentar-se depende deque o usuário tenha sido educado por seu ambiente cultural. Por outro lado, isso nãosignifica falar de superioridade cultural. O banco ou a cadeira têm uma longa econtínua história na Europa Ocidental e no Oriente Próximo, mas são diferentementeexóticos na Índia e não são universalmente empregados na China e no Japão. Seconsiderarmos de modo mais amplo a questão, parece que o mobiliário pode serpensado, em diferentes períodos da história, sob quatro ângulos diferentes.O primeiro é óbvio: pode-se pensar nos móveis em termos de função, e essas funçõespráticas são, de fato, comparativamente, poucas. Algumas pessoas se sentam nummóvel (bancos, poltronas ou cadeiras); outras colocam coisas nele (mesas e estantes),reclinam e dormem (camas e sofás); ou usam para guardar coisas (armários e guarda-roupas). Essas funções são muitas vezes combinadas, mas de modo mais freqüenteocorre uma refinada diferenciação entre as categorias de móveis, de modo que cadapeça adquire sua forma definitiva através de sua designação para uma única,específica e altamente especializada necessidade.O segundo ângulo representa um aspecto sobre o qual os historiadores do mobiliárioestão agora mais conscientes: os móveis desempenham um papel muito importantecomo indicadores de uma posição social. Aquele que ocupa a mais alta posição nahierarquia social tem enfatizado seu papel particular, sendo que as questões deconveniência ou conforto são freqüentemente deixadas de lado. De fato, os móveissão apenas um pouco menos importantes que a roupa e os adornos pessoais comomeios de transmitir um significado de posição social.
Nossa!!! Que diferença!
O encosto já estava tão desgastado que sentíamos a madeira! Os braços estavam totalmente afundados, os pés bambos…enfim, achamos que nos dariam muito trabalho e elas ficaram pelo menos uns 9 meses para serem reformadas! Chegou a hora! Apostamos nelas pois o modelo é lindo! Aquela sainha que cobria os pés era certo de serem retiradas mas os pés eram feios demais! Mandamos fazer pé novos e apropriados para elas e aí está a transformação!
Achamos que mereciam um destaque! Deu um super trabalho mas ficaram lindas! Valeu a pena! Podem ter certeza que foram feitas com todo carinho e todo o material nelas usados são da melhor qualidade!
Antes…
segunda-feira, 13 de maio de 2013
movéis em grande estilo
Nosso Acervo
A linha Super Vintage, que preserva as características originais de cada peça, mostrando as suas marcas do tempo e toda a história por trás dela. Além de criar os produtos para pronta-entrega, os designers da A FÁBRICA também podem customizar móveis ou objetos sob encomenda, sejam eles do acervo próprio ou fornecidos pelo cliente.
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